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domingo, 16 de abril de 2017

Quando o ser humano se mostra tolo!


Pois não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas, mas sim alguém que, como nós, passou por todo tipo de tentação, porém, sem pecado. Assim, aproximemo-nos do trono da graça com toda confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontramos graça que nos ajude no tempo oportuno. Carta aos Hebreus 4.15 e 16 (NVI).
Sempre que eu peco e tenho a mais viva consciência desse pecado, à semelhança de Adão, sou tentado a fugir e tentar me esconder de Deus. A vergonha, o medo, a frustração me levam a não querer me encontrar com Ele.
Não sou muito diferente de uma criança que quando está jogando bola e quebra uma vidraça. Sua primeira atitude é de tentar esconder o que fez; a segunda é de tentar de esconder. A culpa leva a isto.
Essa atitude de se esconder revela a tolice do ser humano. Pois o próprio autor da Carta aos Hebreus já havia dito: “Nada, em toda criação, está oculto aos olhos de Deus. Tudo está descoberto e exposto diante dos olhos daquele a quem devemos prestar contas. Carta aos Hebreus, 4.13 (NVI).
É tolice também, porque tentamos nos esconder do único que pode se compadecer de nós e nos livrar da culpa. Pois ele mesmo não só levou sobre si a minha culpa e o meu pecado, sendo o sacrifício, o Cordeiro de Deus, mas também como Sumo Sacerdote que oferece o sacrifício no altar.
Aqui cabe uma reflexão. É interessante como nós que somos pecadores e tantas vezes erramos, com tanta rapidez julgamos e condenamos e também temos grande dificuldade em perdoar. Porém, aquele que nunca peco, nos convida a ir até Ele, porque sabe o quanto o pecado é destruidor e a graça é restauradora.
Assim, o seu chamado é para que nos aproximemos do Trono da Graça com toda confiança, para que possamos receber misericórdia e graça que nos ajude no momento da necessidade.
Que palavras preciosas para mim. Misericórdia e Graça. Misericórdia. Deus vê que eu estou sujo, que estou em um poço de lama e ao invés de me empurrar para o fundo do poço, se compadece da minha situação, estende-me a mão, tira-me da lama, limpa-me mais uma vez, me põe de pé, abraça-me e beija-me como o pai do filho pródigo.
Graça, outra palavra maravilhosa. O que eu merecia era a rejeição e a condenação. Sujo e culpado. Ele olha para mim, vestido de trapos, do jeito que eu estou, Ele me diz: “Não tenha medo! Chegue para junto do meu trono de graça.” Tira os meus trapos e me veste com as vestes de filho. É nesse momento que a misericórdia e a graça se encontram e se abraçam.
Oração.
Obrigado Jesus, porque a despeito de quem eu sou e do que faço, a única possibilidade que eu tenho para ter paz é ir ao teu encontro. Mesmo que eu esteja sufocado pela culpa, medo e vergonha, o único lugar que eu tenho paz é aos teus pés, lugar de graça e de misericórdia. Ó Jesus, que eu sempre fuja do pecado; mas se eu pecar eu sempre corra para ti. Amém.
Rev. Kleber Nobre de Queiroz
Pastor da 1a Igreja Presbiteriana Independente do Natal

Orando até receber


Salmo 55.17
Elizabeth Dabney é uma irmã de cor cujo propósito principal na vida é a oração. Quando dorme um pouco, é para restaurar suas forças para retomar suas vigílias de noite e de dia, orando e esperando em Deus. Ela se limita a uma refeição simples por dia.
Nunca se envolve em conversas levianas com quem quer que seja. Geralmente chega discretamente nas reuniões uma hora antes do início, e começa a orar.
Quando a reunião termina, ela sai de fininho para seu quarto, onde inicia seu verdadeiro ministério de intercessão em favor da libertação das almas, continuando noite adentro até a madrugada.
Numa entrevista, a irmã Dabney revelou como entrou neste trabalho eficaz para Deus e as almas perdidas. Seu marido é um pastor, que foi enviado de uma igreja próspera em Filadélfia para um trabalho no meio de pessoas carentes.
No primeiro culto, não apareceu ninguém além deles próprios. Ela viu que seria um trabalho difícil, pois estavam localizados na parte mais perversa da cidade, e compreendeu que nada além de oração traria qualquer tipo de impacto na situação.
Ela determinou que se entregaria à oração. Fez um voto a Deus, que se Ele enviasse pecadores àquele lugar e os salvasse, ela se dedicaria à oração durante três dias e três noites por semana na missão, por três anos.
Durante dois destes três anos, comprometeu-se a jejuar também. Quando falou sobre isto com seu marido, a princípio ele não quis que ela ficasse sozinha na missão durante três dias e três noites por semana. Mas o Senhor lhe mostrou que isto vinha da parte Dele.
Logo que esta esposa começou a orar sozinha na missão do seu marido, Deus começou a operar. Os pecadores chegavam, e logo o salão estava repleto de pessoas. Seu marido lhe pediu para orar em favor de um lugar maior.
Deus fez com que um comerciante desocupasse um prédio maior e melhor do outro lado da rua para poder cedê-lo a eles. À medida que a irmã Dabney continuava orando, este prédio também ficou pequeno.
Outra vez, o marido pediu para orar por um lugar maior. Ela orou, e Deus lhes deu um excelente templo numa avenida no mesmo bairro. Os cultos estavam sempre lotados, e pessoas eram libertas do pecado, e multidões de crentes batizadas no Espírito.
Num dia de manhã, na porta do templo, quando ela estava entrando para cumprir seu compromisso de oração, o Senhor a encontrou e disse: “Vá para casa. Mas ela não queria ir para casa. Queria orar.
Então o Senhor perguntou-lhe se sabia que dia era. Ela sentiu um impulso de abrir a bolsa e ler seu voto. Ela descobriu que estava fazendo exatamente três anos que assumira este compromisso com Deus. Na hora, ela quis entrar no templo e adorar, mas o Senhor lhe disse novamente: “Vá para casa”. Ela obedeceu. Sua alma exultava na presença Dele. E então Ele lhe disse: “Vá para o porão”. Ela tinha medo do porão escuro, e hesitou. Disse para Deus: ”Senhor, se vais me levar para a glória, primeiro deixa-me ver meu marido e filho”.
Estava com medo de que o Senhor a fosse levar embora no meio de toda esta celebração. Mas colocou sapatos novos, e foi ao porão. Ao invés de escuridão, ela encontrou uma maravilhosa iluminação.
Então, o Senhor lhe falou novamente, dizendo: “Você orou até encontrar a resposta. Agora vim para abençoá-la”. Do teto uma fonte parecia jorrar água viva. Esta água subia cada vez mais alto, até que a cobriu. O gozo e a presença do Senhor lhe foram tão gloriosamente manifestos, que começou a dançar. O Senhor lhe disse que aonde quer que ela fosse e orasse, Ele libertaria pecadores dos seus pecados, e encheria os crentes com o Espírito Santo.
Ela dançou até furar os saltos e as pontas dos seus sapatos novinhos. Isto aconteceu há alguns anos, e Deus cumpriu Sua palavra. Aonde quer que a irmã Dabney vá, ela se dedica à oração, e pecadores são libertos, e crentes são batizados com o Espírito Santo e com fogo. Ela não prega, mas só aconselha a santos e pecadores, que busquem ao Senhor até que O encontrem.
A capacidade de alguém para ficar com Deus no lugar secreto de oração será a medida da sua capacidade de ficar com Deus quando estiver lá fora no lugar público de atividade.

Velhinha sábia!


Uma senhora muito pobre telefonou para um programa de rádio pedindo ajuda.
Um bruxo, que ouvia o programa, resolveu pregar-lhe uma peça. Telefonou para a rádio e obteve seu endereço.

Chamou seus “secretários” e ordenou-lhes que fizesse uma grande compra e levassem para a mulher, com a seguinte orientação: Quando ela perguntar quem a estava presenteando, eles deveriam responder o diabo.

Eles foram e a mulher os recebeu com alegria e foi logo guardando os alimentos na sua prateleira, + ñ perguntou quem lhe havia enviando.

Os “secretários” do bruxo, sem saber o que deveriam fazer, provocaram a pergunta: – A senhora não quer saber quem lhe enviou estas coisas?

A mulher, na maior simplicidade da sua fé, respondeu:

– Não, meu filho.

Não é preciso. Quando Deus manda, ate o diabo obedece!

Um Pai Perfeito


"Sede vós pois perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus" Mateus 5:48.

Muitas vezes nos esquecemos, diante das lutas espirituais e adversidades desta vida, de quanto nosso Deus é bom! Ele não somente é um Deus presente, mas um Pai presente! Jesus, por diversas vezes, diz aos discípulos "vosso Pai", referindo-se ao modo como Deus se vê em relação a nós. Ele, o Todo Poderoso de Israel, se vê como Nosso Pai, e Ele quer que nos vejamos como Seus filhos! Ele mostra sua Paternidade de diversas formas, seja pela Sua Bondade para conosco, Seu Amor incomparável ou Sua Benignidade que nos leva ao arrependimento.

Ele deseja que todos os homens sejam salvos, pois Ele quer Seus filhos consigo! Deus anseia por nós como um Pai que espera seus filhos retornarem de uma terra estrangeira, aguardando com todo seu amor a cada um de nós. Ele não se esquece dos filhos que tem, mas continuamente ampara, afaga e ajuda todos os que Nele confiam. Quando vê uma lágrima de tristeza, Ele vem com a alegria; quando olha nossa fraqueza, Ele nos cinge de força; quando nos vê caídos estica Sua mão e nos coloca em pé.

Onde se veria um Pai assim? Seria Ele comparado a algum pai terreno? Poderia Seu amor ser igualado a algum amor humano? Por isso diz Jesus: "E a ninguém na terra chameis vosso pai, porque um só é o vosso Pai, o qual está nos céus" Mateus 23:9. Ele é nosso verdadeiro Pai, nosso verdadeiro Amigo! Indescritível é a alegria de conhecer e mergulhar no oceano do amor de Deus, que está manifesto em Cristo Jesus Nosso Senhor!

Quem daria sua vida por amor de nós? O que valemos para receber tamanha graça? Amamos a ponto de ser assim amados por Deus, o Pai? Não, mas como está escrito: "Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores" Romanos 5:8. Nós não O amávamos, mas desrespeitávamos e desafiávamos. Mesmo assim Jesus morreu por nós, obedecendo ao Pai. Creiam no que digo: um pai pode morrer pelos seus filhos, mas muito mais difícil seria para ele dar a vida de um filho pelo outro! Posso dizer que, talvez, seja impossível a um pai fazer tal escolha! Como ele escolheria entre a mão esquerda e a direita? Como poderia dar a vida de um filho obediente por um desobediente e insensato? Conseguem perceber o que quero mostrar?

Estão vendo o que eu vejo? Um Pai que deu ordem a seu Filho Unigênito, que sempre esteve em seu seio, como companheiro inseparável, em tudo obediente, em tudo perfeito, mais sublime do que os céus, para descer em forma humana, padecendo como homem, para morrer em lugar de rebeldes e contradizentes pecadores, a fim de que estes se tornassem participantes da bondade e amor de Deus, como filhos! Onde se vê um amor tão grande? Haveria um Pai como esse?

Olhe para sua luta, agora olhe para Seu Pai! Se Ele escolheu dar Seu Filho Unigênito por você, tornando Jesus o Primogênito entre muitos irmãos, pela cruz, não poderá libertá-lo das garras das trevas e da multidão de inimigos que se levantam como gafanhotos contra ti? Certamente Ele o fará, se você voltar sua atenção para Ele. Você já confessou o Seu Nome? Você já declarou a Jesus como seu Único e Suficiente Salvador? Você já se arrependeu daquilo que te afastou de seu Pai? Faça isso e veja o livramento que o Deus Pai te dará! Olhe para Cristo, veja o Pai por meio Dele, creia Nele e Ele te responderá, te erguerá, livrará e exaltará! Ele é amor e quer dar amor a Seus filhos, portanto, corra para Ele hoje!

Um Pai assim jamais deixará a nenhum dos seus filhos. Aba Pai!

Que Deus os abençoe em Nome de Jesus Cristo!

sábado, 15 de abril de 2017

Deus deseja que sejamos ricos. Aqui está a prova:



Você pode não acreditar, mas a Bíblia diz claramente que os cristãos têm direito a riqueza. Dúvida?
Nas Escrituras, encontramos varias menções da riqueza divina concedida aos homens. Veja só:
  • Deus deseja que saibamos “quais são as riquezas da glória da sua herança” (Ef. 1.18)
  • Deus planeja mostrar “a suprema riqueza da sua graça” (Ef 2.7)
  • Paulo pregava acerca das “riquezas insondáveis de Cristo” (Ef 3.8)
  • Deus nos abençoa de acordo com as “riquezas da sua glória” (Ef 3.16)
  • Todas as nossas necessidades são supridas segundo a “riqueza na glória em Cristo” (Filipenses 4.19)
Pois bem, quais riquezas são essas? E como podemos recebê-las?
A FONTE DA RIQUEZA É JESUS CRISTO
Essas riquezas mencionadas acima seriam, talvez, uma conta bancária cheia e transbordante? Não. São riquezas superiores ao dinheiro impresso na Casa da Moeda! Veja o que Paulo escreveu aos Efésios:
“Nele temos a redenção, o perdão dos nossos pecados pelo seu sangue, segundo a riqueza da sua graça” (Ef 1.7)
Ou seja: a riqueza da graça de Deus se expressa no eterno perdão dos nossos pecados e na salvação das nossas almas!  Por isso, as riquezas divinas não podem ser roubadas, perdidas ou corrompidas. São garantidas para todos que confessam seus pecados e confiam em Jesus Cristo.
Existe riqueza maior do que ter um relacionamento com o Salvador? O dinheiro impresso pelos bancos nacionais ou o ouro descoberto em minas não se pode comparar com a preciosidade de ser resgatado por Jesus Cristo! Assim diz o apóstolo Pedro:
Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que por tradição recebestes dos vossos pais, mas com o precioso sangue de Cristo…” (1Pe 1.18,19)
Sim, Jesus Cristo, o Filho de Deus, tomou forma de homem, viveu entre nós, foi obediente à vontade de Deus até a morte de cruz, para que pudéssemos conhecer a riqueza da salvação, perdão e regeneração. Paulo disse aos corintios:
“Porque já sabeis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo que, sendo rico, por amor de vós se fez pobre; para que pela sua pobreza enriquecêsseis.” 2Co 8.9
Tendo Jesus Cristo como Salvador, somos abençoados com a maior benção de todas: um relacionamento com o Deus que nos criou!
A GRAÇA DE DEUS É RICA PARA CONOSCO
Quando falamos da graça de Deus, estamos nos referindo às expressões de seus atributos para conosco, atributos tais como a compaixão, bondade e misericórdia. São expressões de Si mesmo, e não são superficiais. São profundas e significantes, e testemunham de quem Deus é.
Para mostrar nos séculos vindouros as abundantes riquezas da sua graça pela sua benignidade para conosco em Cristo Jesus. (Ef 2.7)
Deseja conhecer os atributos de Deus? Em Jesus Cristo “temos entrada pela fé a esta graça, na qual estamos firmes, e nos gloriamos na esperança da glória de Deus” (Rm 5.2)
RIQUEZA FINANCEIRA É INCERTA
E a riqueza financeira? Não devemos ser todos ricos? Não. Antes, devemos todos ser contentes com a suficiência que encontramos em Jesus Cristo.
Paulo aconselha a Timóteo: “Devemos estar satisfeitos se tivermos alimento e roupa” (1Tm 6.7). E ainda adverte: “Os que querem ficar ricos caem em tentação, em armadilhas e em muitos desejos loucos e nocivos, que afundam os homens na ruína e na desgraça. Porque o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males…” (1Tm 6.10).
É verdade que muitos cristãos podem encontrar tanto a pobreza quanto a riqueza durante suas vidas terrenas. O próprio apóstolo Paulo dizia, “Tenho experiência diante de qualquer circunstância e em todas as coisas, tanto na fartura como na fome; tendo muito ou enfrentando escassez” (Filipenses 4.12). E assim aprendeu “a estar satisfeito em todas as circunstâncias em que me encontre” (Filipenses 4.11).
Assim como tudo neste mundo, as riquezas são incertas. O homem que depositar sua fé nelas será abalado e frustrado.
“[Não] ponham a sua esperança na incerteza das riquezas, mas em Deus, que nos concede abundantemente todas as coisas para delas gozarmos;” 1 Tim 6.17
Que possamos nos contentar com as riquezas que temos em Jesus Cristo!

Contentamento e gratidão: o que pedimos nem sempre combina com o que recebemos de Deus

Texto básico: Hebreus 12. 1-13
Textos de apoio– Salmo 73
– Provérbios 4. 23
– Habacuque 3. 17-19
– Filipenses 4. 10-13
– Hebreus 13. 5-6
– Tiago 1. 2-4

Introdução

Desenvolver um sentimento de contentamento diante das limitações e desventuras da vida cotidiana é um desafio considerável para qualquer ser humano. Dar um passo além, permitindo que este sentimento amadureça até se transformar em um senso de gratidão, parece então uma barreira quase intransponível. Parece.
Mas é nesta direção que os discípulos de Cristo são convidados a caminhar, reconhecendo que as lutas e tristezas que acompanham nossa peregrinação existencial carregam em si um sagrado potencial – o potencial de nos fazerem crescer, de nos fazerem mais santos, de nos fazerem, enfim, mais parecidos com nosso Mestre.
Esse reconhecimento nunca foi fácil. Por isso, o(a) autor(a) da Carta aos Hebreus fez questão de lembrá-los sobre a importância de reconhecerem o valor pedagógico da disciplina de Deus, que se manifesta muitas vezes por meio de sofrimentos e aparentes derrotas.  Uma multidão de servos de Deus passaram e tem passado por esta disciplina, ao longo da história da Igreja, e eles são um testemunho vivo de que vale à pena o esforço para completar nossa maratona espiritual (Hebreus 12. 1). Temos nos sentido desanimados diante das lutas e dos nossos aparentes fracassos pessoais e comunitários? Costumamos valorizar o longo e vasto “memorial” histórico ao qual temos acesso por meio da tradição cristã? Como isso pode nos ajudar a ter passos mais firmes na “corrida que nos é proposta”?

Para entender o que a Bíblia fala

  1. Alguém tem sido, para você, um exemplo de paciência e perseverança? Por que? Agradeça a Deus por esta pessoa.
  2. Qual é a importância de mantermos nossos olhos “fixos” em Jesus (vv. 2-3), enquanto nos mantemos na “corrida que nos é proposta”?
  3. A qual “disciplina” dos hebreus você acha que o autor da carta está se referindo (vv. 3-4, 7, 11. 35-38)?
  4. Como os benefícios da disciplina de Deus, citados nos vv. 10-12, podem nos ajudar a responder positivamente às “disciplinas” que enfrentamos em nossa “maratona espiritual”? Indo mais além, até, é possível ultrapassarmos a “mera” resignação e alcançarmos o estágio da gratidão diante desta “ação disciplinadora”? Como?

Hora de Avançar

Os atos de bondade de Deus… podem não ser exatamente aquilo que pedimos. Ele deseja não apenas melhorar a nossa vida, mas também redimi-la. Não quer nos agradar com presentes perecíveis, mas com a graça incessante. Não se propõe a aumentar os nossos bens, mas a nossa fé. Não nos livra de todos os desertos, mas os atravessa conosco. Não nos dá glória, mas humildade. Não nos tira do mundo, mas nos livra do mal. (Ronaldo Lidório) 

Para pensar

S. Lewis escreveu que “o sofrimento insiste em que nos ocupemos dele”. Segundo ele, “Deus sussurra nos nossos prazeres, na nossa conversa e por meio da nossa consciência, mas grita por meio do sofrimento”. E conclui que o sofrimento “é o megafone de Deus para despertar um mundo surdo”.
Seria correto, então, procurarmos ou mesmo desejarmos o sofrimento, como se agora fôssemos chamados a flertar com o “masoquismo”? Ou, então, imaginarmos que Deus poderia abrigar traços de “sadismo”? As perguntas são retóricas, mas a reflexão sobre elas não será perda de tempo.

O que disseram

A felicidade e a segurança estáveis que todos almejamos, Deus a retém de nós pela própria natureza do mundo; mas alegria, prazer e diversão, ele espalhou por toda parte. Jamais estamos completamente seguros, porém temos muita alegria e alguma euforia. E não é difícil saber por quê. A segurança que desejamos nos ensinaria a descansar o nosso coração neste mundo e seria um obstáculo à nossa volta a Deus. […] Nosso Pai pode até nos dar um alento por meio de algumas estalagens ou pousadas agradáveis ao longo da estrada, mas jamais nos encorajaria a confundi-las com o nosso lar.  (C. S. Lewis, O Problema do Sofrimento)   

Para responder

  1. Segundo o v. 1, devemos “deixar de lado tudo o que nos atrapalha e o pecado que se agarra firmemente em nós” (NTLH) e continuar a correr a nossa maratona da fé, “sem desanimar”. Que obstáculos e embaraços você tem enfrentado em sua caminhada? Como você tem respondido à “disciplina de Deus” nestas áreas?
  2. Uma das maneiras de recebermos uma “santa disciplina” é termos alguns amigos confiáveis que representem um grupo para “prestação de contas” sobre a nossa vida e caminhada. Você participa de um grupo assim? Se não, que atitudes práticas você poderia tomar a partir de hoje para criar um “espaço-oportunidade” desta natureza em sua vida?

Eu e Deus

Muitas vezes ajo como se Tu não fosses visível o suficiente, audível o suficiente, tangível o suficiente.[…] Ó querido Jesus, por que não posso simplesmente confiar em Ti e nas muitas formas pelas quais Tu já me mostrastes Teu amor?[…] Quem teve pais, amigos e professores que irradiavam Tua afeição e cuidado? Eu tive! Quem teve muitas oportunidades de conhecer- -Te melhor e amar-Te mais? Eu tive! E, no entanto, continuo amuado e duvidoso, dizendo: “Se não puser a minha mão no Seu lado, não crerei”.  (Henri Nouwen, Meditações e reflexões, Danprewan, 2003)  
Autor do estudo: Reinaldo Percinotto Júnior
Este estudo bíblico foi desenvolvido a partir do artigo “Corações quebrantados para o verdadeiro louvor“, de Ronaldo Lidório, publicado na edição 364 da revista Ultimato.

Abraço GG

Uma moça fazia serviços voluntários em um brechó de um hospital. Certo dia entrou na loja uma senhora obesa. A moça conhecia bem o estoque daquele dia e sabia que não tinha nada para o tamanho dela.
Ficou muito apreensiva e constrangida com aquela situação, vendo a senhora percorrer as araras em busca de algo que a jovem sabia que ela não encontraria.
Cheia de empatia, ficou pensando num jeito de fazer com que ela não se sentisse mal, excluída, humilhada. Então, elevou seus pensamentos a Deus e lhe pediu sabedoria para conduzir a situação.
Logo a seguir a mulher se dirigiu à jovem atendente e disse, com tristeza:– “É, não tem nada grande, não é?”.
E a jovem, que até aquele momento não sabia o que dizer, simplesmente abriu os braços de uma ponta a outra e lhe respondeu: 
– “Quem disse que não? Claro que tem! Olha só o tamanho desse abraço!”.
E a abraçou com muito carinho. A mulher então se entregou àquele abraço acolhedor e deixou-se tomar pelas lágrimas:– “Há quanto tempo que ninguém me dava um abraço tão gostoso como esse. Não encontrei o que vim buscar, mas encontrei muito mais do que procurava”.
“E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente, e o não lança em rosto, e ser-lhe-á dada. Peça-a, porém, com fé, em nada duvidando; porque o que duvida é semelhante à onda do mar, que é levada pelo vento, e lançada de uma para outra parte. Não pense tal homem que receberá do Senhor alguma coisa” –  Tiago 1.5-7.
Quando nos preocupamos com o próximo, Deus sempre nos dá uma dose extra de sabedoria.

sábado, 27 de abril de 2013

Orientação para a estrada adiante.


Ocupe-se com a natureza de Deus,não com o tamanho dos seus próprios bíceps...A pergunta fundamental na sua vida não é:"Quanto eu sou forte?", mas Quão forte Deus é?".


Foi o que Deus ordenou a Moisés. Lembra-se da conversa diante da sarça ardente? O tom foi determinado na primeira sentença. "[...] Tire as sandálias dos pés, pois o lugar em que você está é terra santa" (Êx 3:5). Com essas 15 palavras Moisés foi matriculado num curso sobre Deus. Imediatamente os papeis são definidos. Deus é santo. Se aproximar dEle por menor que seja a distância é ser pretensioso demais...Não devemos gastar tempo convencendo Moisés do que ele é capaz de fazer, mas gastar tempo explicando a Moisés o que Deus é capaz de fazer. Nós tendemos ao oposto. Explicaríamos a Moisés que ele é o cara ideal para retornar ao Egito... Lembraríamos que ele é a pessoa mais indicada para viajar pelo deserto... Empreenderíamos nosso tempo em revisar o currículo de Moisés e lhe mostrar a sua força.


Deus, entretanto, não age assim. Ele não leva em conta a força de Moisés. Não o estimula nem da tapinhas nas costas, nem o recruta com palavras, elas são usadas para revelar a Moisés o seu Poder. Não devemos focar a força de Moisés nem a nossa, devemos focar a força de Deus. Ele pode tudo, Creia!

Max Lucado

A Cura do Paralítico de Cafarnaum

Texto: Marcos 2:1-12

Introdução: A fama de Jesus percorria o país inteiro. Também os amigos do paralítico ouviram falar do Senhor e se prontificaram a levá-lo até Ele.

I. O Paralítico
a) Estava totalmente desamparado e não podia ir sozinho.
b) Era completamente dependente e foi carregado por seus amigos.
c) Estava interiormente e exteriormente na miséria – v.5

II. Os amigos do Paralítico
a) Eram cheios de amor fraternal
b) Tiveram grande fé
c) Estavam em quatro, um sozinho não conseguiria nada.
d) Eram em seu amor, criativos e incansáveis – v.4

III. O Grande Redentor
a) Ao primeiro olhar viu a fé dos carregadores – v.5
b) Depois olhou o enfermo – v.5
c) A fala amorosa de Jesus: “Meu filho” – v.5
d) Seu maior ato de amor: O perdão dos pecados – v.5
e) A palavra poderosa de Jesus: “Levanta-te e anda” – v.11

IV. A Multidão Perplexa
Aquele que foi trazido carregado por quatro homens, agora carregava a sua própria cama!

Conclusão: O perdão dos pecados traz vida e nova força para o serviço. – Ef 2:5,6; Jo 11:43,44; At 3:7,8; Rm 6:1-4; Its 2:9.