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quinta-feira, 18 de abril de 2013

O menino que queria o cachorro manco

Um garoto entrou numa loja de animais de estimação, procurando por um filhote de cachorro. O dono da loja lhe mostrou uma cria dentro de uma caixa. O garoto olhou os filhotes, pegou um por um, examinou e colocou de novo na caixa.

Depois de algum tempo, foi até o dono novamente e disse:

— Já escolhi um, quanto vai custar?

O dono lhe disse o preço e o garoto prometeu voltar logo com o dinheiro:

— Não demore muito, – avisou o dono – filhotes como esses são vendidos rapidamente.

O garoto se virou e deu um sorriso confiante:

— Não estou preocupado, — disse ele — o meu ainda vai estar lá. – E foi atrás de algum trabalho: soldar, lavar janelas, limpar jardins. Ele trabalhou duro e economizou dinheiro, e assim que conseguiu o bastante para comprar o cachorro, retornou à loja.

Foi até o balcão e ali colocou um pacote com um maço de notas. O dono da loja as separou e começou a contar o dinheiro. Depois de verificar o valor, sorriu para o garoto e disse:


— Tudo bem, filho, pode ir pegar seu cachorrinho.

O garoto foi até o fundo da caixa, pegou um cachorro magricelo, com uma perna manca e começou a deixar a loja. O dono então o interrompeu:

— Não leve esse filhote. advertiu Ele é aleijado, não pode brincar. Não vai correr com você, nem buscar o osso que atirar. É melhor escolher um que esteja em bom estado.

— Não senhor, obrigado, o menino respondeu este é exata-mente o tipo de cachorro que estou procurando.

Quando o garoto se virou para sair, o dono da loja ia começar a falar, mas ficou em silêncio. De repente, quando caiu em si, viu que na barra da calça do menino tinha um suporte, um suporte para sua perna aleijada.

Por que o menino quis aquele cachorro? Porque ele sabia como o animal se sentia e sabia que ele era especial.

O que Jesus sabe que o capacitou fazer o que fez? Ele sabia como as pessoas se sentiam e sabia que elas eram especiais.

Espero que nunca se esqueça disso.

Jesus sabe como você se sente...

terça-feira, 16 de abril de 2013

PREPARE TRÊS ENVELOPES!

O sujeito acaba de assumir o comando de uma importante multinacional e, no dia de sua posse, recebe três envelopes do seu antecessor: - Abra cada um deles, toda vez que se deparar com um problema difícil - aconselha o ex-presidente.

As coisas parecem que iam caminhando bem até que alguns meses depois a empresa começa a dar prejuízo. Ele abre o primeiro envelope: "Culpe o seu antecessor"! Ele reúne-se com os acionistas, mostra gráficos e consegue provar que a culpa era do seu antecessor. Animados com o discurso, os acionistas voltam a investir e logo a empresa se recupera.

Mais alguns meses se passam, o lucro desaparece, ele abre o segundo envelope: "Corte custos". Imediatamente ele reúne a diretoria e exige cortes drásticos em todas as áreas. No mês seguinte os resultados já começam a ser satisfatório novamente.

Passa-se mais um ano e novamente a empresa volta a dar prejuízo. Ele abre o terceiro envelope e lê, desanimado: "Prepare três envelopes"!


Comeste tu da árvore de que te ordenei que não comesses?
Então disse Adão: A mulher que me deste por companheira,
ela me deu da árvore, e comi.
E disse o SENHOR Deus à mulher: Por que fizeste isto?
E disse a mulher: A serpente me enganou, e eu comi.

Gênesis 3.11-13

segunda-feira, 8 de abril de 2013

ILUSTRAÇÃO - A RÃ E O ESCORPIÃO


Um escorpião pediu para uma rã ajudá-lo a atravessar o rio, pois não sabia nadar.

A rã negou-se. Tinha muito medo do famoso veneno do ferrão do escorpião.

No entanto, ele argumentou com ela: Não tenha medo, Dona Rã... se eu atacar você, ambos morreremos afogados. E eu não quero morrer.

E assim a convenceu.

O escorpião subiu nas costas da rã e enquanto ela nadava ficou observando o movimento de seus músculos. Mais ou menos na metade da travessia o escorpião feriu-a com seu ferrão.

Já sentindo as dores do veneno e quase sucumbindo, a rã diz ao escorpião: "Por quê fez isso, seu louco? Agora nós dois vamos morrer".

O escorpião lhe respondeu: "Desculpe-me, não pude evitar... é a minha natureza".

sexta-feira, 5 de abril de 2013

ILUSTRAÇÃO - O BATE-BOCA DAS FERRAMENTAS


Conta-se que na carpintaria certa vez houve uma estranha assembléia. Foi um verdadeiro bate-boca pra acertar diferenças.

Um martelo exerceu a presidência, mas os participantes lhe notificaram que teria que renunciar. A causa? Fazia demasiado barulho; e além do mais, passava todo o tempo golpeando.

O martelo aceitou sua culpa, mas pediu que também fosse expulso o parafuso, dizendo que ele dava muitas voltas para conseguir algo.

Diante do ataque, o parafuso concordou, mas por sua vez, pediu a expulsão da lixa. Dizia que ela era muito áspera no tratamento com os demais, entrando sempre em atritos.

A lixa acatou, com a condição de que se expulsasse o metro que sempre media os outros segundo a sua medida, como se fora o único perfeito.

Nesse momento entrou o carpinteiro, juntou o material e as ferramentas e iniciou o seu trabalho.

Utilizou justamente o martelo, a lixa, o metro e o parafuso.

Finalmente, a rústica madeira se converteu num fino móvel. Quando a carpintaria ficou novamente só, a assembléia reativou a discussão. Foi então que o serrote tomou a palavra e disse:
"Senhores, ficou demonstrado que temos defeitos, mas o carpinteiro não trabalha com os nossos defeitos, mas, sim, com as nossas qualidades, com nossos pontos fortes. Assim, proponho abandonarmos esta discussão e nos concentrarmos em tarefas construtivas".

A proposta foi aceita por unanimidade e todos se sentiram, então, uma verdadeira equipe, capaz de produzir objetos de qualidade, se unidas num mesmo proposito e nas mãos e na mente do hábil carpinteiro.

O corpo é um, e tem muitos membros, e todos os membros do corpo,
embora muitos, formam um só corpo...
e Deus colocou os membros no corpo, cada um deles como quis.
I Coríntios 12.12, 18

ILUSTRAÇÃO - O SEGREDO DO RELÓGIO

O colégio onde eu estudava, em menina, costumava encerrar o ano letivo com um espetáculo teatral. Eu adorava aquilo, porém nunca fora convidada para participar, o que me trazia uma secreta mágoa.

Quando fiz onze anos avisaram-me que, finalmente, ia ter um papel para representar. Fiquei felicíssima, mas esse estado de espírito durou pouco: escolheram uma colega minha para o desempenho principal. A mim coube uma ponta, de pouca importância.

Minha decepção foi imensa. Voltei para casa em pranto. Mamãe quis saber o que se passava e ouviu toda a minha história, entre lágrimas e soluços. Sem nada dizer ela foi buscar o bonito relógio de bolso de papai e colocou-o em minhas mãos e perguntou:

- O quê eu coloquei em suas mãos, filha?

- O relógio de ouro do papai, respondi.

Em seguida, mamãe abriu a parte traseira do relógio, desvendando seu mecanismo para mim, e perguntou:

- O quê você está vendo aí atrás do relógio do papai?

- Ora, mamãe, aí dentro tem um monte de rodinhas e parafusos.

- E o quê é mais importante, a parte da frente ou a parte de trás do relógio?

- As duas - respondi prontamente.

Mamãe me surpreendia, pois aquilo nada tinha a ver com o motivo do meu aborrecimento. Entretanto, calmamente ela prosseguiu:

- Este relógio tão bonito, seria absolutamente inútil se nele faltasse qualquer parte, se tivesse a parte da frente sem a detrás ou a de trás sem a da frente. Mesmo a mais insignificante das rodinhas ou o menor dos parafusos, por mais escondido que esteja, é essencial ao seu bom funcionamento.

Nós nos entrefitamos e, no seu olhar calmo e amoroso, eu compreendi tudo o que ele queria me dizer, sem que precisasse dizer mais nada.


Embora muitos,
somos um só corpo em Cristo.
Romanos 12.5

quinta-feira, 4 de abril de 2013

ILUSTRAÇÃO - VIRE A PÁGINA!

Osvaldo trabalhou muitos anos como capataz de uma fazenda em Crixás, Goiás, até conseguir economizar um dinheiro que lhe possibilitou adquirir uma boa propriedade em Araguatins.

Levou a família para lá e trabalhou mais de um ano arrumando cerca, roçando mato, cultivando a terra.

Quando ia fazer a primeira colheita, descobriu que havia sido enganado por falsários. A propriedade, de fato, não lhe pertencia. Debaixo de ameças, ele a sua família deixaram tudo para trás e voltaram a Crixás e à "estaca zero".

Osvaldo entrou em depressão. O mundo acabou para ele. A vida perdeu a graça. Ele perdeu até o ânimo para trabalhar. Entregou os pontos.

Seu antigo patrão, que gostava muito dele, convidou-o para acompanhá-lo numa viagem a Goiânia para ajudá-lo a escolher um carro.

Depois de comprar o veículo, foram ao Hospital do Câncer “Araújo Jorge”.

Osvaldo não entendeu muito bem o que estavam fazendo ali, mas ficou sentado na sala de espera, ao lado do seu amigo, observando todo aquele sofrimento, dor, lágrimas, desespero.

Homens e mulheres, velhos e crianças, ricos e pobres, gente feia e gente bonita; todos padecendo.

Nenhum dos dois disse nada. Não foi preciso.

Imediatamente, a depressão de Osvaldo foi-se indo embora, pois não se tratava de uma doença, apenas de uma profunda tristeza por ter sido enganado. Mas, ali, em meio à todo aquele sofrimento, o capataz compreendeu que apesar de ter perdido tempo, dinheiro e esperança, ele e sua família continuavam vivos e com saúde.

Osvaldo decidiu virar aquela página de sua vida, agradeceu a Deus e voltou a trabalhar.


Tem compaixão de mim, ó Senhor,
porque estou angustiado;
consumidos estão de tristeza os meus olhos,
a minha alma e o meu corpo.
Salmo 31-9

ILUSTRAÇÃO - A APOSTA

Um sujeito apostou com seus amigos que, apesar do gelo e da neve, seria capaz de sobreviver por toda uma noite em uma montanha próxima. Levou um livro e uma vela, e passou a noite sentado, exposto ao um frio que jamais havia experimentado.

Pela manhã, mais morto do que vivo, cobrou o pagamento da aposta, mas eles o interpelaram:

- Não teve nada, nada mesmo, para se aquecer?
- Nada - respondeu.
- Nem mesmo uma vela? - continuaram.
- Sim, levei uma vela.
- Então, perdeu a aposta - gritou um deles, ao som das risadas dos demais.

Alguns meses depois o sujeito convidou os mesmos amigos para jantar em sua casa.

Na sala de estar, eles aguardavam que a refeição fosse servida, mas as horas foram se passando, e nada. Quando começaram a resmungar pela demora, ele os convidou a ir à cozinha, onde lhes mostrou uma enorme panela cheia de água e, bem embaixo dela, uma vela acesa. A água nem estava morna. Então, comentou com frieza e indiferença:

- Ainda não está pronto. Não sei por qual motivo, afinal, a vela está aí acesa desde ontem.

"Ele acendeu a vela da vingança, mas apagou para sempre a chama de uma grande amizade".

Amado, não imites o mal, mas o bem.
III João 1.11

ILUSTRAÇÃO - GUERRA DE CARVÃO

O menino chega em casa bufando de raiva de um colega da escola que o humilhou na frente de seus amigos.

Em vão seu pai tenta acalmá-lo. Percebendo, então, que ele precisa "botar pra fora" sua raiva, o pai propõe-lhe uma forma alternativa de vingança:

- Vê aquela camiseta branca no varal, filho? Pois, bem, imagine que aquela camiseta é menino que te aborreceu. Pegue aqui neste saco alguns pedaços de carvão e atire bem no peito dele. Vamos ver quantas vezes você é capaz de acertá-lo, até que sua raiva passe.

A coisa toda pareceu-lhe boba, mas ele aceitou, afinal de contas seu pai estava do seu lado.

Errou algumas, acertou outras, mas atirou até a última pedra de carvão que havia no saco. No fim o pai perguntou-lhe:

- E aí, filhão, como se sente?
- Cansado, disse ele sorrindo, mas, em compensação, olha só como ficou a camiseta!

O pai, então, convida-o a entrar e o coloca diante de um espelho. O menino leva um susto ao ver o quanto ficou sujo ao manusear o carvão, e o pai lhe diz:

- Assim é a vingança filho, você sempre acabará ficando sujo enquanto estiver atacando a pessoa que odeia. Perdoar é melhor!



Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós; se, porém, não perdoardes aos homens, tampouco vosso Pai perdoará vossas ofensas.

Mateus 6.14-15

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

ILUSTRAÇÃO - QUER ABRIR A PORTA, DOUTOR?



Todos os domingos, à mesma hora, 11h15 da manhã, aquele carro estacionava ao lado do meio-fio em frente àquela pequena igreja batista daquela cidade, e dava três suaves toques na buzina.

De lá saía uma mulher com uma criança envolta pelo seu braço esquerdo, segurando a mão da outra criança. Sobre seu ombro, uma fralda. Sob o braço, uma Bíblia com uma revistinha e, do outro lado, uma sacola com pertences das crianças. Ela chegava ao lado daquele veículo, soltava a mão da criança e girava a maçaneta. Às vezes algo caía ao chão, ela se curvava e apanhava. Movia o banco dianteiro para frente, colocava atrás seus objetos, sentava lá o garoto maior, entrava, acomodava-se, puxava o banco dianteiro e fechava a porta.

Todos os domingos a mesma rotina.

Um dia, aquela irmã morre. Seu corpo estava sendo velado no templo daquela igrejinha. Termina o culto. Pessoas se despedem dela.Fecham o caixão e começam a conduzi-lo pelo corredor do templo. Quando o condutor do carro-fúnebre, que aguardava lá fora ao lado do veículo, vê que o caixão está se aproximando, vai abrir a porta traseira do veículo, vê aquele homem parado ao lado e lhe pergunta:

– Quer abrir a porta, doutor?

Fora ele o esposo daquela irmã. Era um respeitado juiz daquele condado. Suas sentenças eram firmes e inexoráveis. Num rompante ante a pergunta do rapaz, ele ergue o braço para abrir a porta. Quando sua mão toca na maçaneta, seu sangue se petrifica em suas veias e sua mão não se move. Então ele se apercebe: “Pela primeira vez em minha vida; pela única vez em minha vida; pela última vez em minha vida, eu abro uma porta para minha esposa passar. Só que agora ela não pode ver e sentir o calor deste gesto, que tanto lhe dulcificaria.”

Alguém disse certa vez: “Tragam-me flores, agora que eu as posso ver e sentir o perfume daqueles que as trazem a mim.”

(Do livro “Com Firmeza e Ternura”, de Joyce Landorf – Editora Vida

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Ilustração - Quanto custa seu tempo?

 Um menino, com voz tímida e os olhos de admiração, pergunta ao pai, quando este retorna do trabalho:
_ Papai, quanto o Sr. ganha por hora?
O pai, num gesto severo, responde:
_ Escuta aqui meu filho, isto nem a sua mãe sabe. Não amole, estou cansado!
Mas o filho insiste:
_ Mas papai, por favor, diga o Sr. ganha quanto por hora?
A reação do pai foi menos severa e respondeu:
_ Três reais por hora.
_ Então, papai, o Sr. poderia me emprestar um real?
O pai, cheio de ira e tratando o filho com brutalidade, respondeu:
_ Então essa era a razão de querer saber quanto eu ganho? Vá dormir e não me amole mais, menino aproveitador!
Já era noite, quando o pai começou a pensar no que havia acontecido e sentiu-se culpado. Talvez quem sabe o filho precisasse comprar algo. Querendo descarregar sua consciência doída, foi até o quarto do menino e, em voz baixa, perguntou:
_ Filho, está dormindo?
_ Não, papai! (respondeu sonolento, o garoto);
_ Olha, aqui está o dinheiro que pediu, um real.
_ Muito obrigado papai - disse o filho.
Levantou-se, retirou mais dois reais de uma caixinha que estava sob a cama e disse:
_ Agora já completei, papai. Tenho três reais. Poderia me vender uma hora de seu tempo?
 
Lembre-se papai e mamãe, o seu filho precisa de qualidade de tempo e quantidade de tempo

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Ilustração - Habilidades do Camelo

Quais são suas habilidades?????
Onde você tem usado????


Uma mãe e um bebê camelo estavam por ali, à toa, quando de repente o bebê camelo perguntou: 
- Mãe, mãe, posso te perguntar umas coisas? 
- Claro! O que está incomodando o meu filhote? 
- Por que os camelos têm corcova? 
- Bem, meu filhinho, nos somos animais do deserto, precisamos das corcovas para reservar água e por isso mesmo somos conhecidos por sobreviver sem água. 
- Certo, e por que nossas pernas são longas e nossas patas arredondadas? 
- Filho, certamente elas são assim parta permitir caminhar no deserto. Sabe, com essas pernas eu posso me movimentar pelo deserto melhor do que qualquer um! - disse a mãe, toda orgulhosa. 
- Certo! Então, por que nossos cílios são tão longos? De vez em quando eles atrapalham minha visão. 
- Meu filho! Esses cílios longos e grossos são como uma capa protetora para os olhos. Eles ajudam na proteção dos seus olhos quando atingidos pela areia e pelo vento do deserto! - disse a mãe com orgulho nos olhos. 
- Tá. Então a corcova é para armazenar água enquanto cruzamos o deserto, as pernas para caminhar através do deserto e os cílios são para proteger meus olhos do deserto.... Misericórdia! Então que estamos fazendo aqui no Zoológico?

Moral da história: 
"Habilidade, conhecimento,
 capacidade e experiência são úteis
se você estiver no lugar certo".

Assuma a posição espiritual que Deus tem te dado, ore, clame e se posicione, sai do Zoológico espiritual e enfrente seu deserto.

domingo, 23 de outubro de 2011

Ilustração - Olhe para cima...

Se você colocar um falcão em um cercado de um m², e inteiramente aberto por cima, o pássaro, apesar de suas habilidades de vôo, será um prisioneiro.
A razão é que um falcão sempre começa seu vôo com uma pequena corrida em terra. 
Sem espaço para correr, nem mesmo tentará voar e pelo resto de sua vida permanecerá prisioneiro nesta cela sem tela. 
 
O morcego, criatura notavelmente ágil no ar, não pode sair de um lugar nivelado. Se for colocado num piso completamente plano, tudo que ele conseguirá fazer será andar de forma confusa, dolorosa, procurando alguma ligeira elevação de onde possa se lançar. 
 
Um zangão, se cair em um pote aberto, ficará lá até morrer ou ser removido.
Ele não vê a saída no alto, por isso, persiste em tentar sair pelos lados, próximo ao fundo.
Procurará uma maneira de sair onde não existe nenhuma, até que se destrua completamente, de tanto atirar-se contra o fundo do vidro.
 
Existem pessoas como o falcão, o morcego e o zangão: atiram-se obstinadamente contra os obstáculos, sem perceber que a saída está logo acima.
Se você está como o zangão, um morcego ou um falcão cercado de problemas por todos os lados, olhe para cima...
 
Olhe para Jesus!

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Ilustração - O Furo no Barco

Um homem foi chamado à praia para pintar um barco. Trouxe com ele tinta e pincéis, e começou a pintar o barco de um vermelho brilhante, como fora contratado para fazer. 

Enquanto pintava, verificou que a tinta estava passando pelo fundo do barco. Percebeu que havia um vazamento, e decidiu consertá-lo. 
Quando terminou a pintura, recebeu seu dinheiro e se foi. 
 
No dia seguinte, o proprietário do barco procurou o pintor e presenteou-o com um belo cheque. O pintor ficou surpreso:
- O senhor já me pagou pela pintura do barco!
- Meu caro amigo, você não compreendeu. Deixe-me contar-lhe o que aconteceu. Quando pedi que pintasse o barco, esqueci de falar do vazamento. Assim que o barco secou, meus filhos o pegaram e saíram para uma pescaria. Eu não estava em casa naquele momento. Quando voltei e notei que haviam saído com o barco, fiquei desesperado, pois lembrei-me que o barco tinha um furo. Imagine meu alívio e alegria quando os vi retornando sãos e salvos. Então, examinei o barco e constatei que você o havia consertado. Percebe, agora, o que fez? Salvou a vida de meus filhos! Não tenho dinheiro suficiente para pagar-lhe pela sua "pequena" boa ação... 

Medite sobre isso: não se limite a fazer apenas o que esperam de você. Não importa para quem, quando e de que maneira... dê o melhor de si. Sempre!!! 
 
Lembre-se que temos o maior e melhor exemplo de serviço, Jesus. Ele veio para salvar aqueles que tinham se perdido, isto é, somos nós. Porém, Ele não se limitou apenas em nos salvar, mas veio trazer para cada um dos filhos de Deus, a vida com abundância, isto é, qualidade de vida (João 10.10b). 

Nesta semana experimente imitar o Mestre, supere-se no servir, doe-se e a recompensa virá. Hebreus 6.10-12 diz: ”Deus não é injusto. Ele não esquece o trabalho que vocês fizeram nem o amor que lhe mostraram na ajuda que deram e ainda estão dando aos seus irmãos na fé... .”

Ilustração - Pão da Vida

Conta-se que um camponês europeu atravessou o oceano para tentar a vida na América. Tudo, porém não passou de um sonho, uma vez que não tendo conseguido realizar os seus planos, resolveu voltar para a sua terra natal. Com algum sacrifício comprou de volta uma passagem marítima.
 
No embarque levou consigo alguns pães pretos e um saquinho de nozes. O migrante, a cada dia da viagem, alegremente, comia pão com nozes.

Depois de uma semana, porém, já enfastiado daquela comida, teve grande desejo por uma verdadeira refeição. Até porque, da cozinha vinha sempre um cheiro tão agradável e sedutor, que ele já não estava suportando.
 
Foi quando perguntou a um outro passageiro se ele sabia quanto custava um almoço daquele navio. Olhando admirado para o migrante, o homem disse-lhe que gostaria de ver a sua passagem. Então, depois de observá-la atentamente, chamou a atenção do viajante e, apontando para uma frase do bilhete onde dizia que as refeições estão incluídas no preço da passagem, perguntou-lhe: Você não sabia disso? Vá depressa ao restaurante e coma à vontade. Você tem todo o direito.
 
Embora pareça absurda essa história se repete na esfera religiosa. Quantos cristãos há que, definhando estão de fraqueza espiritual, só porque estupidamente ignoram o direito, adquirido na cruz, de se alimentarem livre e diariamente do Pão da Vida.
 
Jesus disse que "Não foi Moisés quem vos deu o pão do céu; o verdadeiro pão do céu é meu Pai quem vos dá.
 
Porque o pão de Deus é o que desce do céu e dá vida ao mundo". Jo 6.32, 33.
 
Se você está fraco é porque não está comendo o pão verdadeiro. Experimente o pão da vida. "Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome; e o que crê em mim jamais terá sede". Jo 6.32-35.
 
"Então, perguntou Jesus aos doze: Porventura, quereis também vós outros retirar-vos? Respondeu-lhe Simão Pedro: Senhor, para quem iremos? Tu tens as palavras da vida eterna; e nós temos crido e conhecido que tu és o Santo de Deus". Jo 6.67-69
 
"Não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos". At 4.12
Autor: Pr. Pedro Liasch Filho
Extraído do livro: Rios de água viva, da editora Reviva

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Ilustração - As Três Árvores


Havia, numa cidade da Ásia Menor, três pequenas árvores que sonhavam o que seriam depois de grandes.
A primeira, olhando as estrelas, disse: – Eu quero ser o baú mais precioso do mundo, cheio de tesouros. Para tal, até me disponho a ser cortada.
A segunda olhou para o riacho e suspirou: – Eu quero ser um grande navio para transportar reis e rainhas.
A terceira árvore olhou o vale e disse: – Quero ficar aqui no alto da montanha e crescer tanto, que as pessoas, ao olharem para mim, levantem seus olhos e pensem em Deus.
Muitos anos se passaram e certo dia vieram três lenhadores e cortaram as três árvores, todas ansiosas em serem transformadas naquilo que sonhavam. Mas lenhadores nem sempre costumam ouvir e nem entender sonhos… Que pena!
A primeira árvore acabou sendo transformda num coxo de animais, coberto de feno.
A segunda virou um simples e pequeno barco de pesca, carregando pessoas e peixes todos os dias.
E a terceira, mesmo sonhando em ficar no alto da montanha, acabou cortada em grossas vigas e colocada de lado num depósito.
E todas as três se perguntavam desiludidas e tristes: – Por que isso?
Mas, numa certa noite, cheia de luz e de estrelas, onde haviam mil melodias no ar, uma jovem mulher colocou seu neném recém-nascido naquele coxo de animais. E de repente, a primeira árvore percebeu que continha o maior tesouro do mundo.
A segunda árvore, anos mais tarde, acabou transportando um homem que acabou dormindo no barco, mas quando a tempestade quase afundou o pequeno barco, o homem levantou e disse ao mar revolto: “Sossegai”. E num relance, a segunda árvore entendeu que estava carregando o Rei dos Céus e da Terra.
Tempos mais tarde, numa sexta-feira, a terceira árvore espantou-se quando suas vigas foram unidas em forma de cruz e um homem foi pregado nela – fora condenado à morte, mesmo sendo um inocente. Logo, sentiu-se horrível e cruel, mas no domingo o mundo vibrou de alegria, e a terceira árvore entendeu que nela havia sido pregado um homem para salvaçao da humanidade, e que as pessoas sempre se lembrariam de Deus e de Seu Filho Jesus Cristo ao olharem para ela.
Todos nós podemos dirigir a Deus as preces mais diversas. No entanto, todos precisamos saber esperar e buscar compreender as respostas de Deus
Autor: Desconhecido

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Ilustração - Era rico e não sabia

Um homem descontente com a sorte queixava-se de Deus:
- Deus dá aos outros as riquezas, e a mim não dá coisa alguma. Como é que posso ser feliz nesta vida, sem possuir nada? 


Um companheiro seu, ao ouviu estas palavras, perguntou-lhe: 
- Acaso você é tão pobre quanto diz? Deus não lhe deu, porventura, saúde e mocidade? 
- Não digo que não, até me orgulho bastante da minha força e da minha juventude.
- Trocaria sua saúde e sua mocidade por dinheiro?
- Não! 


O homem, então, pegou na sua mão direita e lhe perguntou: 
- Você venderia sua mão direita, deixaria que a cortassem por um bom dinheiro? 
- Não, de jeito nenhum! 
- E a esquerda? 
- De jeito nenhum! 
- E seus olhos, você os venderia, ficaria cego pelo resto da vida por uma "bolada"? 
- Não daria nem um olho por dinheiro! 


- Veja - observou o velho - quanta riqueza Deus lhe deu e você ainda se queixa? 


Ora, nós não temos recebido o espírito do mundo, mas sim o Espírito que provém de Deus, a fim de compreendermos as coisas que nos foram dadas gratuitamente por Deus.
I Coríntios 2.12

Ilustração - Ele foi ferido

Um homem andava tão profundamente perturbado com os seus pecados que, certa noite, teve um sonho em que via Jesus sendo brutalmente chicoteado por um soldado.


A cada golpe cruel que atingia as costas de Cristo, ele podia ver com muita nitidez as novas e terríveis marcas que se somavam às anteriores.


Não podendo mais suportar a cena, agarrou o soldado por trás, tentando impedir que ele baixasse o braço para aplicar o próximo acoite.


Neste momento o soldado virou-se para e, para seu espanto, o rosto que ele viu era o seu próprio rosto.


Ele foi ferido pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz
estava sobre Ele, e pelas Suas pisaduras fomos sarados.
Isaías 53.5

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Ilustração - Nota de falecimento

Faleceu nesta última quinta-feira, na Igreja dos Negligentes, a D. Reunião de Oração, que se encontrava enferma há vários meses.
Ela foi proprietária de grandes avivamentos bíblicos e de muito poder e influência no passado, porém morreu pobre e desprovida da sua glória.
A causa mortis foi Frieza de Coração, Desobediência Crônica, Joelhos Endurecidos, Fraqueza de Ânimo e Descaso.
Ela poderia ter sobrevivido se, ao invés de lhe darem o xarope de Reuniões Sociais, tivessem cuidado melhor dela e lhe dado o Óleo do Espírito.
 Orai sem cessar.
I Tessalonicenses 5.17

Ilustração - Milho de pipoca

"Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre." 

Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo.

Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosa. Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é o melhor jeito de ser.
Mas, de repente, vem o fogo. O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: a dor. Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe, perder o emprego ou ficar pobre. Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos. Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo! Sem fogo o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformação também.
Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez mais  quente, pensa que sua hora chegou: vai morrer. Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um destino diferente para si. Não pode imaginar a transformação que esta sendo preparada para ela. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem  aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece: BUM! E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, algo que ela mesma nunca havia sonhado.
Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar. São como aquelas  pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura. No  entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras, a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva. Não vão dar alegria para ninguém.


Ilustração - Tudo que deus faz é bom!

Era uma vez um rei gostava muito de caçar. Dentre seus amigos que levava às caçadas, havia um que era muito piedoso e temente a Deus (ao contrário do monarca, que não se detinha nas questões da fé).
Sempre que o rei conseguia abater um animal, aquele sujeito gritava:
- Aleeeluuuuia! Tudo que Deus faz é bom!
E o rei se envaidecia destas palavras.
Um dia, quando o rei disparou sua arma de caça, o tiro saiu pela culatra, arrancando-lhe o dedão da mão direita.
Quando voltavam para casa, carregando o rei numa maca, o sujeito disse:
- É... Tudo que Deus faz é bom!O rei ficou furioso, mandou prendê-lo num calabouço e jogar a chave fora. 
Passado o trauma inicial do acidente, o rei e os seus demais amigos voltaram a caçar.

Numa destas viagens, o grupo caiu nas mãos de uma tribo de canibais e, um a um, eles foram sendo devorados pelos selvagens.

O rei ficou por o último. Mas, quando chegou a sua hora, ao vir examiná-lo, o sacerdote dos canibais percebeu que lhe faltava o dedão da mão direita, desqualificou-o como oferenda e ordenou que o libertassem.
Ao voltar para seu reino, o rei mandou soltar seu amigo e contou-lhe toda a história.
- Eu lhe disse, meu rei, tudo o que Deus faz é bom! Se o senhor não tivesse perdido o dedão naquele dia, estaria morto a esta hora.
O rei se desculpou com seu amigo, por ter-lhe mandado prender. E fez-lhe uma pergunta:
- Meu amigo, eu ainda tenho uma questão não resolvida em meu coração. Se tudo o que Deus faz é bom, porque Ele permitiu que eu mandasse lhe prender? Porque permitiu que você, injustamente,  ficasse dois anos atrás de uma grade?- Ah, meu rei, tudo o que Deus faz é muito bom, pois, se eu não estivesse aqui preso, estaria agora na barriga dos canibais.
E viu Deus tudo quanto fizera,e eis que era muito bom.
Gênesis 1.31